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Usando a API LastFm em Java

A LastFm é a queridinha das rádios online, mesmo com diversos concorrentes de alto nível como iLike, Pandora, Imeem, e outros tantos, aqui no Brasil a LastFm é um grande sucesso, seus milhões de usuários brasileiros ignoraram o bloqueio de alguns recursos e continuam fazendo scrobbling de seus áudios diáriamente.

Além de um database music, o LastFm é uma rede social e grande parte de suas informações são públicas e podem ser acessadas facilmente através de sua API.
Vamos dar inicio a um exemplo de como consumir os dados utilizando a library para Java lastfm-java. Antes de tudo, se você não tiver uma conta no LastFm, crie-a agora e depois obtenha a API Key. Neste mesmo link você encontrará a documentação da API, que detalha claramente a funcionalidade de cada método disponível e como é o seu acesso e se necessita ou não de autenticação.

Em nosso primeiro exemplo vamos fazer uma página web que irá listar as últimas faixas ouvidas e a lista de amigos de um usuário específico, com isto, você perceberá que nenhuma autenticação é necessária pois os dados são públicos.

Criei a classe LastFmClient, para facilitar os casts necessários e centralizar as chamadas da API.

public class LastFmClient {
// altere para a sua api key
 private static final String APIKEY = "XyZaBc001";
 private String uName = null;

/**
 *
 * @param uName
 */
 public LastFmClient(String uName){
 this.uName = uName;
 }

/**
 *
 * @return User/Friends List
 */
 public ArrayList<User> getFriends(){
 return (ArrayList<User>) User.getFriends(uName, APIKEY);
 }

 /**
 *
 * @return Tracks List
 */
 public ArrayList<Track> getTracks(){
 return (ArrayList<Track>) User.getRecentTracks(uName, APIKEY);
 }
}

Isto é o suficiente para você montar a lista como descrito acima, veja:

 String userName = request.getParameter("username");
 if( userName!=null && !userName.trim().equals("") ){
 // instancia a classe de backend
 LastFmClient client = new LastFmClient(userName);

 // seu código aqui
 }

Ouvidas recentemente.

<table border="0" cellpadding="2" cellspacing="1">
<% for(Track t : tracks){ %>
<tr>
 <td valign="top" align="left">
 <br/><strong><%=t.getAlbum() %></strong>
 <br/><em><%=t.getArtist() %></em>
 </td>
</tr>
<% }// for end tracks %>
</table>

Lista de amigos.

<table border="0" cellpadding="2" cellspacing="1">
<tr>
<%
 ArrayList<User> friends = client.getFriends();
 int count = 1;
 for(User f : friends){
%>
 <td valign="top" align="center">
 <% if( f.getImageURL()!=null ){ %><img src="<%= f.getImageURL() %>"><% } %>
 <br><strong><%=f.getName() %></strong>
 <br><a href="<%= f.getUrl() %>"><%= f.getUrl() %></a>
 <br/>
 </td>
<%
 if( count%5==0 ) out.print("</tr><tr>");
 count++;

 }// for end friends

}//
%>

Faça download do código completo.

Pronto, você conseguiu acessar dados do LastFm, usando o caminho correto e fácil, sem autenticação. Mas alguns dados são restritos e necessitam da autorização do usuário, informações básicas como a quantidade de músicas ouvidas, data de cadastro, nome, etc. são de acesso restrito.

Manipulando BLOB – MySQL vs. Oracle

A missão de um programador em manipular arquivos e armazená-los no banco de dados já não é uma tarefa desafiadora a tempos, visto que é extremamente fácil encontrar exemplos internet a fora, aqui vou fazer mais um, em que o foco é demonstrar a diferença de se realizar o mesmo procedimento utilizando o MySQL e Oracle.

1. Oracle

Primeiramente vamos fazer o processo para gravar um arquivo qualquer no banco de dados.
Criação da tabela que será utilizada para armazenar os arquivos.


CREATE TABLE ARQUIVOS(
ID     NUMBER(4)      NOT NULL,
TIPO   VARCHAR2(20)   NULL,
ARQ    BLOB           DEFAULT EMPTY_BLOB() NOT NULL,
CONSTRAINT PKARQ PRIMARY KEY(ID)
)

Perceba que o campo ARQ que irá guardar o binário, tem como valor default a propriedade EMPTY_BLOB() – Retorna um LOB vazio, para ser usado como um indicador para INSERT ou UPDATE.

No geral, o processo para inserir um campo LOB (BLOB ou CLOB) no Oracle é um pouco burocrático, feito em duas etapas. Primeiro deve-se inserir o registro setando o campo BLOB como EMPTY_BLOB, no em seguida finalizamos com um SELECT FOR UPDATE no campo “LOB” especifico para que o byte[] seja gravado.


// Inserindo o empty_blob
//
String sql  = "INSERT INTO arquivos(id, tipo, arq) VALUES(1, ?, EMPTY_BLOB())";
conn   = ConnOracle.getInstance().getConn();
pstmt1   = conn.prepareStatement(sql);
pstmt1.setString(1, "TEXT");
pstmt1.execute();

Este passo irá fazer com que um arquivo seja armazenado no banco.


// Faz o select como for update
// Inserir o binário
//
String ins  = "SELECT arq FROM arquivos WHERE id = 1 FOR UPDATE";
pstmt2  = conn.prepareStatement(ins);
rset  = pstmt2.executeQuery(ins);
while( rset.next() ){
Blob blob   = rset.getBlob(1);
// filePath eh a String com o caminho do arquivo a ser gravado

File file    = new File( filePath );
byte[] bbuf   = new byte[1024];
InputStream bin  = new FileInputStream( file );
// Realiza o cast especifico para o driver Oracle
OutputStream bout  = ((BLOB) blob).getBinaryOutputStream();

int bytesRead   = 0;
while( (bytesRead = bin.read(bbuf))!=-1 ){
bout.write(bbuf, 0, bytesRead);
}//

if( bout!=null ) bout.close();

}// end while
conn.commit();

2. MySQL

A estrutura da tabela muda pouco, o mais importante é que o campo para armazenar o arquivo é do tipo LONGBLOB, veja:

CREATE TABLE ARQUIVOS(
ID     INT(4)        NOT NULL,
TIPO   VARCHAR(20)   NULL,
ARQ    LONGBLOB      NOT NULL,
PRIMARY KEY(ID)
);

Gravar um campo LONGBLOB no MySQL, é tão fácil quando gravar um int ou uma String, e eu não estou falando no sentido figurado.

   File file    = new File( filePath );
byte[] bytes  = getBytesFromFile( file );</pre>
// Inserindo o longblob
//
String sql  = "INSERT INTO arquivos(id, tipo, arq) VALUES(1, ?, ?)";
conn   = ConnMysql.getInstance().getConn();
pstmt   = conn.prepareStatement(sql);
pstmt.setString(1, "TEXT");
pstmt.setBytes(2, bytes);
pstmt.execute();

O método getBytesFromFile() é uma função genérica para converter o File em byte[], e somente este último é necessário para gravar, fácil assim.

Não posso deixar de indicar este artigo completo e bem detalhado, escrito por Giovane Kuhn do JavaFree.

Espero que estes simples códigos sejam proveitosos, abaixo estão as duas classes utilizadas para este post.

Faça download das classes.

Enviando e-mail com PL/SQL para múltiplos endereços

A situação mais comum é o envio de e-mail para diversos destinatários, portanto, complementando o código já postado aqui sobre o envio de e-mails utilizando PLSQL.

Uma lista de destinatários formatada normalmente assim:

 Luciano <luciano@lucianosilva.com>, Grupos <grupos@lucianosilva.com>, Futebol <futebol@cfb.com.br

Este é o nosso problema, o Oracle não irá conseguir trabalhar com a String formatada dessa maneira, e irá lançar o erro:

ORA-29279: SMTP permanent error: 501 Bad address syntax

Enfim, para conseguir solucionar o problema do envio de e-mail para multiplos destinatários, utilize a função abaixo, ela irá devolver apenas o endereço de e-mail.


FUNCTION FORMAT_ADDRESS(ADDR_LIST IN OUT VARCHAR2) RETURN VARCHAR2 IS
    ---
    ADDR VARCHAR2(256);
    I    PLS_INTEGER;
    ---
    FUNCTION LOOKUP_UNQUOTED_CHAR(STR IN VARCHAR2, CHRS IN VARCHAR2)
      RETURN PLS_INTEGER AS
      C            VARCHAR2(5);
      I            PLS_INTEGER;
      LEN          PLS_INTEGER;
      INSIDE_QUOTE BOOLEAN;
      ---
    BEGIN
      INSIDE_QUOTE := FALSE;
      I            := 1;
      LEN          := LENGTH(STR);
      WHILE (I <= LEN) LOOP
        C := SUBSTR(STR, I, 1);
        IF (INSIDE_QUOTE) THEN
          IF (C = '"') THEN
            INSIDE_QUOTE := FALSE;
          ELSIF (C = '\') THEN
            I := I + 1; -- Skip the quote character
          END IF;
          GOTO NEXT_CHAR;
        END IF;
        IF (C = '"') THEN
          INSIDE_QUOTE := TRUE;
          GOTO NEXT_CHAR;
        END IF;
        IF (INSTR(CHRS, C) >= 1) THEN
          RETURN I;
        END IF;
        <<NEXT_CHAR>>
        I := I + 1;
      END LOOP;
      RETURN 0;
    END;
  BEGIN
    ADDR_LIST := LTRIM(ADDR_LIST);
    I         := LOOKUP_UNQUOTED_CHAR(ADDR_LIST, ',;');
    IF (I >= 1) THEN
      ADDR      := SUBSTR(ADDR_LIST, 1, I - 1);
      ADDR_LIST := SUBSTR(ADDR_LIST, I + 1);
    ELSE
      ADDR      := ADDR_LIST;
      ADDR_LIST := '';
    END IF;
    I := LOOKUP_UNQUOTED_CHAR(ADDR, '<');
    IF (I >= 1) THEN
      ADDR := SUBSTR(ADDR, I + 1);
      I    := INSTR(ADDR, '>');
      IF (I >= 1) THEN
        ADDR := SUBSTR(ADDR, 1, I - 1);
      END IF;
    END IF;
    RETURN ADDR;
  END FORMAT_ADDRESS;

A mudança do código anterior não é tão drástica, já que o parâmetro é entrada/saída, você pode fazer um looping na lista de endereços para adicionar um-a-um.

UTL_SMTP.MAIL(MAIL_CONN, V_FROM );
    WHILE( V_LIST_ADDRESS IS NOT NULL )LOOP
           UTL_SMTP.RCPT(MAIL_CONN, FORMAT_ADDRESS(V_LIST_ADDRESS) );   
    END LOOP;

Veja que é uma modificação simples, porém, ganha-se muito quando é necessário deixar o programa o mais abrangente possível
Enjoy!

Enviando e-mail com PL/SQL

Em continuidade a nossa série “as mil-e-uma utilidades do seu banco de dados Oracle”, agora você poderá descobrir como é fácil enviar e-mails a partir do PL/SQL e saber o quanto isto é produtivo.

Vamos lá, para o envio de e-mails é necessário que o pacote UTL_MAIL esteja instalado.

Conectando como sysdba na instância ORCL.

C:\>set oracle_sid=orcl
C:\>sqlplus sys/oracle as sysdba

Instalando o pacote UTL_MAIL. Isto não é nenhuma novidade, mas a variável de ambiente %ORACLE_HOME% indica o caminho a qual o banco de dados foi instalado, neste caso, foi utilizada a versão 10.2.0 – C:\oracle\product\10.2.0\db_1. Os sub-diretórios, contém os pacotes necessários para o UTL_MAIL funcionar.

SQL> set serveroutput on
SQL> @%ORACLE_HOME%/rdbms/admin/utlmail.sql
SQL> @%ORACLE_HOME%/rdbms/admin/prvtmail.plb
SQL> show errors;

Pronto, isto é o suficiente para o nosso próximo passo, a criação da procedure de envio de e-mails.

Crie uma package para agrupar todas as funcionalidades que podem ser comuns a diversos projetos, e reutilize o código quando necessário.

create or replace package PKG_BLOG_UTIL is

-- Author  : LUCIANO
-- Created : 05/07/2009

PROCEDURE enviar_email_auth(p_USUARIO   IN VARCHAR2,
p_SENHA     IN VARCHAR2,
p_TO        IN VARCHAR2,
p_COPIA     IN VARCHAR2,
p_SUBJECT   IN VARCHAR2,
p_MESSAGE   IN VARCHAR2);
end PKG_BLOG_UTIL;

Veja agora a versão 1.0 desta implementação:

CREATE OR REPLACE PACKAGE BODY PKG_BLOG_UTIL IS

PROCEDURE ENVIAR_EMAIL_AUTH(P_HOST    IN VARCHAR2,
P_USUARIO IN VARCHAR2,
P_SENHA   IN VARCHAR2,
P_TO      IN VARCHAR2,
P_COPIA   IN VARCHAR2,
P_SUBJECT IN VARCHAR2,
P_MESSAGE IN VARCHAR2)
IS

MAIL_CONN   UTL_SMTP.CONNECTION;
V_HEADER    VARCHAR2(4000);
CRLF        VARCHAR2(2) := CHR(13) || CHR(10); -- quebra de linha

BEGIN

-- Abre a conexão
MAIL_CONN   := UTL_SMTP.OPEN_CONNECTION(P_HOST, 25);
UTL_SMTP.HELO(MAIL_CONN, P_HOST);

-- Faz a autenticação para envio de mensagem
UTL_SMTP.COMMAND(MAIL_CONN, 'AUTH LOGIN');
UTL_SMTP.COMMAND(MAIL_CONN, UTL_RAW.CAST_TO_VARCHAR2(UTL_ENCODE.BASE64_ENCODE(UTL_RAW.CAST_TO_RAW(P_USUARIO))));
UTL_SMTP.COMMAND(MAIL_CONN, UTL_RAW.CAST_TO_VARCHAR2(UTL_ENCODE.BASE64_ENCODE(UTL_RAW.CAST_TO_RAW(P_SENHA))));

-- Prepara o cabeçalho de
V_HEADER := 'Date:'    || TO_CHAR(SYSDATE, 'dd Mon yy hh24:mi:ss') || CRLF ||
'From:'    || p_USUARIO || CRLF ||
'Subject:' || p_SUBJECT || CRLF ||
'To:'      || p_TO      || CRLF ||
'Cc:'      || p_COPIA   || CRLF ||
CRLF || CRLF ||
p_MESSAGE;

--
UTL_SMTP.MAIL(MAIL_CONN, '<' || P_USUARIO || '>');
UTL_SMTP.RCPT(MAIL_CONN, '<' || P_TO || '>');
UTL_SMTP.DATA(MAIL_CONN, V_HEADER);

-- Fecha a conexão
UTL_SMTP.QUIT(MAIL_CONN);

END ENVIAR_EMAIL_AUTH;
END PKG_BLOG_UTIL;

Algumas coisas podem ser melhoradas como, separar o corpo da mensagem do cabeçalho e utilizar o UTL_TCP.CRLF como separador de linhas no lugar da variável CRLF, veja como o código fica mais organizado:

/* APENAS UM TRECHO DO CÓDIGO */
UTL_SMTP.MAIL(MAIL_CONN, '<' || P_USUARIO || '>');
UTL_SMTP.RCPT(MAIL_CONN, '<' || P_TO || '>');

UTL_SMTP.open_data(MAIL_CONN);

-- Prepara o cabeçalho
UTL_SMTP.write_data(MAIL_CONN, 'From'    || ': ' || p_USUARIO || UTL_TCP.CRLF);
UTL_SMTP.write_data(MAIL_CONN, 'To'      || ': ' || p_TO      || UTL_TCP.CRLF);
UTL_SMTP.write_data(MAIL_CONN, 'Cc'      || ': ' || p_COPIA   || UTL_TCP.CRLF);
UTL_SMTP.write_data(MAIL_CONN, 'Subject' || ': ' || P_SUBJECT || UTL_TCP.CRLF);

-- Escreve a mensagem
UTL_SMTP.write_data(MAIL_CONN, UTL_TCP.CRLF || p_message);
UTL_SMTP.close_data(MAIL_CONN);

Eu preferi adotar este segundo código como o mais recomendável, mesmo assim, alguns detalhes podem ser adaptados a sua realidade, por exemplo, criar uma constante para o Mail Host, e indicando que o envio de e-mails sempre será a partir daquele servidor ou fazer a sobrecarga da procedure – a reutilização é uma benção.

Veja que a assinatura da procedure abaixo é um overload do que foi mostrado acima, isto é um conceito de Orientação-a-Objetos suportado pelo PLSQL, permite que um método seja escrito com diversas assinaturas diferentes, e reaproveitando o código de maneira eficaz.

PROCEDURE ENVIAR_EMAIL_AUTH(P_USUARIO IN VARCHAR2,
P_SENHA   IN VARCHAR2,
P_TO      IN VARCHAR2,
P_COPIA   IN VARCHAR2,
P_SUBJECT IN VARCHAR2,
P_MESSAGE IN VARCHAR2)
IS
V_MAILHOST CONSTANT VARCHAR2(100) := 'pop.xxxx.com.br';
BEGIN

enviar_email_auth(P_HOST    => v_mailhost,
P_USUARIO => P_USUARIO,
P_SENHA   => P_SENHA,
P_TO      => P_TO,
P_COPIA   => P_COPIA,
P_SUBJECT => P_SUBJECT,
P_MESSAGE => P_MESSAGE);
END ENVIAR_EMAIL_AUTH;

A package completa, está disponível aqui para download.

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ToStringUtil() com Annotations versão 1.0.2

Dando continuidade a customização do toString(), certamente existirá aquele atributo que você não irá querer exibir no toString(), então seguindo a dica do @pauloprestes, resolvido com annotations:

Aqui está a interface para a anotação, o melhor seria utilizar o Target como FIELD, porém, como falei vamos exibir os atributos com base nos métodos públicos Getters.

@Retention(RetentionPolicy.RUNTIME)
@Target(ElementType.METHOD)
public @interface NoToString{}

Na classe ToStringUtil foi apenas acrescentado uma regra para não exibir os métodos marcados com a anotação @NoToString, sendo:

// Nao exibir os métodos que estejam com a Annotação NoToString
boolean isNotAnnotation = m.isAnnotationPresent(NoToString.class);

Realizei alguns testes com tipos complexos e funcionou, talvez você tenha alguma sugestão para melhorar este tipo de tratamento.

Baixe aqui a versão 1.0.2.

Namastê!